quarta-feira, fevereiro 28, 2007
RTP, uma arte excepcional de vender vento
"A Queda de um Anjo em Cima de um Homem..."
Esta obstinação de criticar e ajuizar o regresso de Paulo Portas é de uma desventura e egotismo desagradável. Giovanni Ganganelli, Papa Clemente XIV, já dizia que a vida contemplativa não convêm senão aos anjos; o homem deve agir. Amanhã, por esta hora, depois do discurso, cada senhora na flor da meia-idade e, da terceira idade, vai estar em êxtase absoluto, rejubilará com tamanha brutalidade o entusiasmo orgásmico do regresso luxuriante do anjinho invertido de nome Paulo Portas. Paulo Portas, o aprazedor das intemperanças das senhoras de Chanel nº 5 e das catraias de odores afanecados. sábado, fevereiro 24, 2007
O Desconhecimento da Máquina Mental

Polyphonie Sauvage
Em contemplação, o silêncio é habito por, Le Vieil Amant de Émilie Simon do álbum Végétal.In(e)vasão Sacra
Angels' Mass, Albrecht DürerO programa entre domingo e 25 de Março, apresenta obras de Duarte Lobo, Damião de Góis, Tomás Luís de Victoria, Domenico Scarlatti, Johann Sebastian Bach, João Rodrigues Esteves, Orlando di Lasso e Frei Manuel Cardoso, entre outros. A interpretação do repertório fica a cargo dos Coral Vértice (grupo vocal masculino fundado em Outubro de 1974 por membros do Coro Gulbenkian. O grupo interpreta música da Idade Média até aos nossos dias, incluindo música erudita – sacra e profana – e tradicional, com especial relevo para a Música Portuguesa), Voces Caelestes, Vox Canónica (formação coral de Câmara de vozes mistas, sob a Regência Musical de João Luís Ferreira. O repertório, sob a égide do Canon e do Latim, integra composições de Canto Gregoriano, Música Sacra Polifónica, Cancioneiro Medieval. Neste concerto apresentam «O Mistério Doloroso», peças sobre a Paixão de Cristo da Idade Média até ao séc. XX.), Polyphonia Schola Cantorum e o Quintare.
Entre 15 de Abril e 27 de Maio poderão ser ouvidas a Messe de Nôtre-Dame, de Guillaume de Machaut, obras de Diogo Melgaz, Anton Bruckner, Benjamin Britten, Paul Hindemith, Heitor Villa-Lobos, Jan Jiresek, Gee-Bum Kim e Gonçalo Lourenço, entre outros. A voz deste reportório é projectada pelos Ensemble Vocal Mensura, Coro Odyssea (constituído por 16 cantores sendo o seu principal objectivo levar a palco obras de compositores ainda vivos, entre estes também o próprio maestro do grupo, Gonçalo Lourenço e um dos seus cantores, Ricardo Martins), Coro Polifónico Almada, Ensemble Capella Mundi, Coral Vértice, Polyphonia Schola Cantorum, Concentus Musicus de Lisboa, Voces Caelestes.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
"O Desprezo É A Doença Mais Perigosa do Estado"
É de uma insolência lancinante a argumentação da actualidade política numerária “ainda não há qualquer decisão política final sobre a questão da rede de urgências”. A consideração pelo eleitorado passa pela providência da não abertura ao diálogo, da inexistência de explicações relativas à requalificação das urgências e, sem sombra de remorso, fazer do povinho otário e provinciano colocando em causa a qualidade de vida das pessoas.A competência do Ministro da Saúde tem sido silenciar os autarcas com propostas de melhores transportes como uma forma de melhorar a acessibilidade às urgências. É notório que Correia de Campos, o despótico trapalhão, tem plena consciência onde se encontra geograficamente a população mais envelhecida de Portugal. Também revela um profundo conhecimento do território, da população dispersa, das particularidades das estradas do interior do país e, que a salvação de uma vida passa por uma questão de quilómetros e não de segundos. Até estou confiante que esta gente, alapada à capital, ao centralismo, vai apostar numa frota de helicópteros-ambulâncias bem apetrechados ao serviço da comunidade, mesmo porque, os recursos humanos vão aumentar no novo mapa das urgências. Aprecio que estes novos investimentos vão ser ainda mais dispendiosos justificando aquela máxima, mais dispendioso é bom. Já o Orçamento de Estado foi uma miragem.
Esta gente do povo sem grande granjeio, lá das terrinhas, possuem uma dinâmica económica reduzida e, o melhor, para este Governo, é mandá-los para uma espécie de matadouro virtual.
terça-feira, fevereiro 20, 2007
A Inexistência da Sombra
Apesar da recta final do Carnaval, é perfeitamente normal que ninguém faça o balanço dos dois anos da Oposição… Esta santificação inútil são os primeiros sintomas do despotismo moderno, coloco em causa se ainda existe o direito de Oposição na CRP…domingo, fevereiro 18, 2007
Atmosfera Carnavalesca
sábado, fevereiro 17, 2007
Apanhando o Balanço
Ia tendo quase um espasmo animal, a JS existe, e excede-se a desenvolver temas prioritários como o emprego e habitação, Europa e ambiente??? Fónix que exuberância!!! Uma pessoa a pensar que estes exemplares de perfeição humana eram mero requinte decorativo socialista... Afinal são elegantes cumpridores dos desígnios superiores mas, assim como assim, fiquei de cabeça às avessas e, então para quando o referendo sobre o casamento entre homossexuais? Só pró ano? Assim como assim, depois do Carnaval, o povo não tem nadica de nada agendado pra fazer… sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Dependência Poética
Memorável Naturalismo
A partir de hoje até Maio, o Museu do Chiado apresenta os primeiros 26 anos de vida artística de Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929). Esta exposição assinala os 150 anos do nascimento do pintor, apresentando 90 obras, entre pintura e desenho, onde predominam o retrato e a composição de cenas quotidianas da burguesia portuguesa. Um dos mais prestigiados pintores realistas e naturalistas portugueses, Columbano Bordalo Pinheiro frequentou a Academia de Belas-Artes de Lisboa, onde foi aluno de Simões de Almeida, escultor do romantismo português. Concluiu a sua formação em quatro anos, em vez dos curriculares sete, e estudou em Paris, sendo discípulo de Manet, Degas e Deschamps.
Entre os seus quadros mais conhecidos, destacam-se as representações dos seus amigos Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Teófilo Braga e Antero de Quental, as pinturas da sala de recepção do Palácio de Belém, os painéis dos “Passos Perdidos” da Assembleia da República e o tecto do Teatro Nacional.quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Monólogos Dramáticos
Dadas as circunstâncias políticas e económicas do país, este referendo foi desnecessário, descabido, de afirmação política e folclórico. No âmbito da CRP (Constituição da República Portuguesa), e em consonância com os seus princípios, uma despenalização faz sentido ser discutida em Assembleia. Os debates públicos sucessivos, somente acentuaram que a mulher continua a ser um objecto que serve o capitalismo e os meandros da máquina social.
Polyphonie Sauvage
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
Surrealismo Português
Mário Cesariny, homem das artes e da palavra vai ser homenageado na ArtMadrid, que decorre entre os dias 15 e 19 no Palácio de Cristal. A exposição conta com cento e doze quadros e dois filmes inéditos sobre a vida e obra de Mário Cesariny, o pintor e surrealista. A iniciativa é promovida pela Perve Galeria que expõe obras de diferentes períodos da obra de Cesariny, representativas do seu percurso artístico desde 1949, data da primeira exposição surrealista em Portugal, até às últimas obras. Os dois documentários a exibir na Feira foram realizados pelo galerista Carlos Cabral Nunes e intitulam-se: «Cesariny», com alguns episódios da vida do poeta, marcada pela originalidade, e o documentário «...e o passeio do cadáver esquisito», que coloca em cena o processo que levou ao reencontro das três grandes figuras incontornáveis do surrealismo em Portugal, Cesariny, Cruzeiro Seixas, Fernando José Francisco. A Perve Galeria vai igualmente promover a obra de artistas dos países de expressão oficial portuguesa no âmbito do surrealismo, como Malangatana, Manuel Figueira, Reinata e Shikhani.A Vitória do Capitalismo às 10 Semanas
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Saúde pela Hora da Morte
Estou muitíssimo admirada com o Governo socialista, porque ainda não se lembrou de implementar uma medida Ultra-Simplex, para combater a despesa do Sistema Nacional de Saúde. Uma medida viável e eficaz a curto e a longo prazo. Há que propor que os doentes internados, habituados a cuidados intensivos, ligeiros, cama e roupa lavada, cumpram com as suas obrigações laborais, como se vê na foto, reduzindo deste modo, os recursos humanos de cada unidade hospitalar do país. Evidentemente já não se queixavam por falta de macas…Soares Faz Birra
domingo, fevereiro 04, 2007
O Mundo Ainda É Dos Homens?
Honra seja feita a Mary Shelley com a sua frase: "I do not wish women to have power over man, but over themselves”. Num mundo invertido, considero escandaloso, uma categórica cretinice, uma asquerosa malevolência do ignorante, do doente mental, do perverso maquiavélico e do institucionalista, que compõem a panóplia dos GAP (Gajos Agarrados ao Pau), sabendo que, o tráfico de mulheres gera 25 milhões de euros e as medidas para combate-lo são escassas! E o tráfico de homens? Onde é que anda o tráfico sexual masculino? Será que existem relatórios divulgados? Obviamente que não! A inteligência elevada de uma mulher, no seu estado de juízo perfeito, não permite gastar um tusto com um gajo pois, “sexual pleasure in woman is a kind of magic spell, it demands complete abandon, if words or movements oppose the magic of caresses, the spell is broken.” Simone Beauvoir.O Relógio de Domingo

1
A ausência é um espelho
É ele que te vê A face negra
que para ti abismo e infinita noite
desdobra
está tão perto que o seu
choro te molha
2
Esquece o espelho,
a memória que
cresce e morre, o dia
que copia a escuridão Daí
não há regresso Mas o
rosto sem luz vence-te
como se a vida visses com os olhos
da face enevoada
Aluações
Tenho fases, como a lua.

Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e que vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é o dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia
o outro desapareceu...
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Economia da Defecção
Ficções pela Câmara de Lisboa
Ambientalistas Apelam a «Apagão» Entre as 18:55 e 19:00
Em Maré de Curtas
Corria o ano de 1982 e Tim Burton realizou o seu primeiro trabalho em slow motion, Vincent, que retrata um rapaz de 7 anos de idade, Vincent Malloy, que apenas desejava ser como Vincent Price. A narração fica a cargo de Price, um dos melhores actores de cinema de horror.
Balance, é a curta metragem de animação dos irmãos gémeos alemães Wolfgang e Christoph Lauenstein, foi galardoada com o Óscar de melhor curta de animação de 1989.
Se de um lado temos um mundo triste e cinzento, do outro, temos um inventor que vive de memórias da infância. More de Mark Osborne, é uma curta indicada para Óscar em 1999, e recebeu o Prêmio Especial do Júri de Curta Metragem do Festival Sundance.
domingo, janeiro 28, 2007
Polyphonie Sauvage
Lá fora a chuva, as horas que agonizam, instala-se o frio e o vento ao largo num movimento, Neo-Clássico/Etéreo e Neo-Medieval, devolvido pelos italianos Ataraxia aliados aos Autunna et sa Rose, que junta o material dos seus primeiros três álbuns, num projecto digipack intitulado Odos Eis Ouranon - La Via Verso il Cielo. Por rubores múltiplos, em registos lentos, profundos, por reflexos misteriosos da condição do homem, por ciclos de nascimento, criação, declínio, morte, descanso, e o renascimento de todas as coisas, por contornos distintos e livres que apenas nos rendem à melhoria, a música será o nosso guia.
No Cabeças com Asas gira: Ophélie, Ataraxia. Faça duplo click e oiça: Les Tisseuses Lunaires, Ataraxia; Caresses aux Coeurs, Autunna et sa Rose.
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Despenalização do Aborto = Banalização da ....?
Em conversas madrugadoras com um amigo homossexual, questionei-o acerca da despenalização do aborto. O bicho considerou que é desesperante e denota uma certa torpeza a forma como a sociedade está a lidar com o referendo do próximo dia 11 de Fevereiro, face às perspectivas encavalitadas, e pouco instruídas que são dinamizadas pelos meios de comunicação. Acrescentou também, que os heterossexuais não estavam a alcançar de todo o âmago da controvérsia que se centra, tanto no antecedente, como no consequente, visto que, as coisas quando são observadas à lupa parecem sempre um pouco maior do que aquilo que são e, a questão, passa simplesmente pela banalização da foda.Sem reservas, multiplicou-se uma série de dúvidas patrocinadas por Jack Daniels que atacava os meus neurónios menos aptos da minha adorada mente megalomaníaca. Se estamos perante um problema de banalização da foda eu pergunto: será que devemos legalizar e legitimar o direito à foda banal? Será a foda banal uma irresponsabilidade? Um desenvolvimento moral fungoso de um estádio 5 não superado? Um direito do maior interesse cívico? Um dever de todo o cidadão nacional? Será a foda banal uma forma de liberdade de expressão artística? Por uma dezena de fodas banais por dia, a mulher deve ser considerada uma devassa? Será constituída arguida? É uma questão de vandalismo e ausência de dignidade sobre o corpo humano? Será uma questão de egoísmo? Deus ficará chateado connosco? A foda banal norteia-se por alguma espécie de ética e valores? É um tipo de influência social? Portugal reúne as condições psico-sociais e as infra-estruturas necessárias para a banalização da foda? Não terão os portugueses de ir dar fodas banais a Espanha? Ou dá-las em escapadinhas esconde-esconde sob uma configuração reprimida? O 25 de Abril proclamava o direito à liberdade e garantia da foda banal? Deve ser comparticipada pelo sistema nacional de saúde? Os adolescentes devem ter acções de planeamento familiar sobre a foda banal? A instrução pedagógica nas escolas portuguesas de como dar uma foda banal correctamente deve ser aprovada? A intrução deve ser dada em inglês aos discentes? Pois...
A realidade das ruas tem uma ressonância curiosa sob ângulos freudianos e primitivos, muitas das acções humanas têm um carácter fálico, e com ou sem despenalização, o facto é que uma mulher “fá-lo-á”.
Ela Nunca É Facilmente Esquecida
domingo, janeiro 21, 2007
Hey Honey Take a Walk on the Dark Side
The Chez Girls é um documentário fotográfico de Ondine Whitman sobre um peculiar grupo de strippers de Tenderloin, as esclavagistas da noir culture, da mera sobrevivência, encostadas à morte, às recompensas gastas, aos distúrbios da alma e às parafilias malvistas. A vida resumindo-se a uma mera confirmação fodida, a uma doença sexual transmisível, a um prazer em território de machos é uma ferida sinistra em linhas rectas que se cruzam. O post é dedicado ao meu amigo T..
" Karen was the smart one, always watching her back. She looked like she'd been around the block - a lot.It was always business with Karen. Even when she was blow drying her hair - you could see her mind busy with calculations of the days revenue. She was charming in a crude sort of way.
I asked her once how she ended up in this particular dive. She was no beginner and I figured that with her 'abilities' she'd be in a better place by now. She gave me a thumbnail. . .What I can piece together is that she was a madame, had a good amount of girls under her, was doing well for herself, got busted and did some time.
I watched her calculated dances and her practiced come-ons and wondered if she would again turn Trick to Trade."



"Jezebel is probably the strongest woman I've met. I'd watch the coldness in her eyes as she stared at her own naked body in a mirror while she danced and then feel the suffocating warmth of her voice when she talked about her dying son.Jezebel began dancing three nights a week and every other weekend when she found out her seven-year-old son had a brain tumor. Within weeks the tumor had spread. He was in and out of hospitals every couple of days.
One day you're an accountant, at a desk all day, phone calls, lunch breaks, errands, carpools. The next you're given a $20 bill to sit on a man, press against him, hold him, touch him - until he gets off. Trip."

"Casey was sick. Not take some Nyqil and weed kinda sick. More like, cough so much your throat bleeds, so weak you can barely climb the stairs up to the stage.
It was rumored she had AIDS, all anyone knew for sure was how hard she worked. She was at the club every morning and she closed the place every night. When things were slow she'd serve drinks for extra tips.
She told me how much she loved Marilyn Monroe, how she was so beautiful and talented. It was sad to watch Casey dance, sad to watch her drag her lifeless body across the floor, touch herself - not to be sexy but to keep from having to move too much. And the coughing, coughing on stage for minutes at a time. Most men would move to the back of the room, too ashamed and scared.
All this so she could get insurance to cover some of the medical bills.
You can only get the insurance if you're unemployed, and you can only survive if you have an income. So there you are getting paid under the table at a strip joint, just to stay alive."
"Daria was a night girl , which meant Friday and Saturday nights, bigger crowds, drunker men, more competition. This is the time when all the younger/hotter girls came out of hiding. When I first saw Daria, I didn't think much, until I saw her dance.
She came out on stage to "Jungle Boogie", and danced so fiercely that people were held paralyzed in their seats. She danced like she had something to prove.
By the second song she'd done away with her dress and wig. Now she just looked mean - but in a sexy, fetish sort of way.
Out of all the dancers she semed to have the most fun. Flirting with every guy, staring people right in the eye. She was not shy and she was not graceful. She was the perfect Punk Rock stripper."





"The first time I shot strippers, I wasn't sure what to do. This wan't a headshot/fashion shoot. I didn't just want to take some pictures - I wanted to change the world. Show that it means something different to each of us - to survive.
When I came face to face with strippers for the first time - I was shocked - none of them looked like airbrushed Barbie Dolls. They looked so real.
I got Lena and Mona on stage - the owner gives me one last set of instructions, "Make 'um hot."
Christ, could I have gone in a worse direction?? Two girls, lips to necks, hands on asses, lips and tounges, legs intertwined. B grade porn at best. What was I doing, these women were more then this - but I couldn't get past the obvious."
A Liberdade da Neurose Por um Ideal
Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria.
Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido.
No entanto, as pessoas que entravam na livraria estavam todas muito bem vestidas de quem precisa salvar-se.
Quando eu nasci, as frases que hão-de salvar a humanidade já estavam todas escritas, só faltava uma coisa - salvar a humanidade.
segunda-feira, janeiro 15, 2007
A Bandeirinha Que Está No Topo da Montanha

O povo Moderno causa-me repugnância e desprezo. Estimo todos aqueles que ousam ter a paciência de ver a vida pelo olhar da derrota, e pelo saber esperar do momento que nunca se julga certo. Pois todos esses chegam por si mesmos…








